Em Jerez de La Fronteira....
....Bourdais lidera manhã; Alonso surpreende em 2º
Espanhol supera Lewis Hamilton em pouco mais de quatro décimo
Sébastien Bourdais tornou a andar na frente em Jerez, no último dia de testes coletivos desta semana.No entanto, o destaque do dia foi a reação da Renault, que fez o segundo melhor tempo com Fernando Alonso.A bordo do R29, que não rendeu bem nos dias anteriores, o asturiano cravou a surpreendente marca de 1min19s846, cerca de 2s3 atrás de Bourdais, com o carro de 2008.Contudo, a marca foi, aproximadamente, três décimos mais veloz que a de Lewis Hamilton, atual campeão, com o novo MP4-24 da McLaren.Mark Webber fechou a lista dos que completaram voltas lançadas com o RB5 da Red Bull. Já Kazuki Nakajima, da Williams, passou a manhã treinando pit-stops e não registrou tempos.O japonês encerrou suas atividades no período matutino, passando o volante para o companheiro Nico Rosberg.Os treinos seguem a todo vapor em Jerez até o fim da tarde. Muitas equipes, inclusive, seguem testando ininterruptamente, ignorando a pausa para o almoço.
Confira os tempos:1°. Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 1min17s472 (69 voltas)
2°. Fernando Alonso (ESP/Renault), a 2s374 (64)
3º. Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 2s791 (42)
4º. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 4s499 (34)
5º. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), sem tempo (1)
6°. Nico Rosberg (ALE/Williams), sem tempo (1)
No Bahrein....
Toyota supera Ferrari nesta manhã no Bahrein
Tempo ajudou e equipes conseguiram passar das 50 voltas em Sakhir
Desta vez, não houve tempestade de areia, e as equipes Ferrari, BMW e Toyota conseguiram realizar uma sessão decente de testes no Bahrein.Sem problemas de visibilidade, que permitiram o voo do helicóptero médico e, consequentemente, a realização do teste, os três times conseguiram ultrapassar a marca das 50 voltas completadas em Sakhir.Mesmo precisando "limpar" a pista, por causa da areia depositada nos dias anteriores, as equipes não encontraram dificuldades no cumprimento do cronograma desta manhã.Desta forma, quem surpreendeu foi a Toyota. Com o italiano Jarno Trulli no volante, a escuderia nipônica registrou a marca de 1min34s318, superando o finlandês Kimi Raikkonen, com a Ferrari, em 0s145.O austríaco Christian Klien, piloto de testes da BMW, assumiu o cockpit do polonês Robert Kubica nesta sexta-feira e ficou na lanterna da sessão, a pouco mais de 1s2 de desvantagem para Trulli.Os testes prosseguem nesta tarde.
Confira os tempos:1º. Jarno Trulli (ITA/Toyota), 1min34s318 (75 voltas)
2°. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), a 0s145 (63)
3º. Christian Klien (AUT/BMW), a 1s217 (52)
*** os testes continuam a tarde, aliás já estão continuando, lembrando que o fuso horário é diferente né? portanto, mas notícias a qualquer momento.
E enquanto isso, fora das Pistas...
....Newey afirma que vai se afastar da F-1 em breve
Projetista se queixa da rigidez atual do regulamento técnico
Em entrevista à revista inglesa "Autosport", Adrian Newey afirmou considerar uma retirada da F-1 nos próximos anos.O renomado projetista, criador de carros revolucionários como a March/Leyton House de 1988, a Williams de 1992 e a McLaren de 1998 se queixa da rigidez do novo regulamento técnico."Quero me afastar da F-1, definitivamente, em um futuro não muito distante. As regras estão ficando cada vez mais rígidas", criticou o engenheiro."Talvez em dois ou três anos, será a hora de procurar outra coisa", afirmou Newey, que trabalha atualmente como desenhista dos modelos da Red Bull _e, consequentemente, da Toro Rosso."Enquanto houve uma grande excitação pelas grandes mudanças para este ano, ultimamente as normas andam muito restritas, em relação ao passado", analisou o inglês, que pretende seguir ligado à F-1"Talvez me mantenha como consultor, mas, apenas, se as equipes quiserem. Os engenheiros terão de apreciar minha presença, senão não adianta", completou.
Renault deve tirar Chevrier, afirma "L'Equipe"
Engenheiro fez parte da primeira fase do time, encerrada em 1985
Denis Chevrier, engenheiro-chefe da RenaultA Renault pode perder um de seus membros mais antigos na área esportiva nos próximos dias.Segundo o jornal francês "L'Equipe", o engenheiro Denis Chevrier, que fazia parte da Renault no ano em que encerrou as atividades do time em sua primeira fase, no ano de 1985, deve ser tirado da escuderia.A informação ganha mais força pelo fato de Chevrier ser casado com Anne Giuntini, jornalista da publicação gaulesa.Quando a Renault fechou a equipe de F-1, nos anos 80, Chevrier passou a trabalhar em outros setores de competição até 1989, quando a montadora retornou à categoria como fornecedora de motores.Com Chevrier, a Renault levou seis títulos consecutivos de construtores, em parceria com Williams e Benetton, entre 1992 e 1997, além do bicampeonato na segunda fase da marca como equipe, em 2005 e 2006.Como engenheiro-chefe, Chevrier integrou a Mecachrome e, em seguida, a Supertec, empresas que cuidaram dos propulsores franceses quando a Renault deixou novamente o esporte, em 1998.Com o retorno da equipe em 2001, após a compra da Benetton, Chevrier retornou à marca, e permaneceu até os dias atuais. Segundo o "L'Equipe", Rob White deve assumir o posto do engenheiro.
Mosley defende aumento de valor da superlicença
"Em outras categorias, a habilitação é mais barata e dá para viver bem", diz Max
Em carta enviada aos pilotos que competem na F-1, Max Mosley afirmou que os custos da superlicença em 2009 são "razoáveis".Recentemente, a GPDA (Associação de Pilotos de F-1) orientou os pilotos a não pagarem pela habilitação, cujo valor já superou os € 80 mil (cerca de R$ 233 mil).No entanto, três pilotos _cujos nomes não foram revelados_ efetivaram o depósito na última quarta-feira.Só que o presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) afirmou que não pode julgar quais os pilotos poderiam enfrentar dificuldades no pagamento da taxa, já que ele não sabe o quanto eles ganham de salário."Vocês podem avaliar que não podemos estimar suas dificuldades, a não ser que tenhamos estas informações. Mas o assunto não é a confiança - nós temos uma série de informações secretas das equipes", comentou.Para o dirigente, a quantidade de dinheiro que os pilotos recebem faz a superlicença ter sentido, levando em conta a oportunidade de correr na categoria. Só que Mosley diz isso de maneira ácida."Tirando a F-1, existem um grande número de categorias onde um piloto profissional pode viver muito bem. E, em muitas dessas categorias, as habilitações são fornecidas pela ASN, sob autorização da FIA.""E o custo dessas licenças são relevantes para a ASN, mas geralmente modestas. O piloto que não quer, ou não consegue pagar por uma superlicença de F-1, possui diversas alternativas para optar", disparou."Quem corre na F-1, geralmente, tem o maior salário do automobilismo mundial, então é considerável que eles paguem uma taxa para a segurança e o funcionamento do esporte que tanto os beneficia", continuou."Duvido muito que nenhum sistema legal (e existem muitos) criem impostos do tipo e façam tantas coisas quanto a FIA, em relação às regras e seguranças, que são necessariamente de alto padrão. E essas coisas já salvaram a vida de muitos portadores de superlicença. Elas não se pagam."Por fim, Mosley explicou que o aumento se deu por causa da inflação. "Espero que vocês todos vejam a honestidade de nossa posição e decidam continuar na F-1. Se isso ajudar, posso confirmar que os aumentos serão limitado aos índices de inflação."
"Momento Bernie"
Ecclestone apoia novo mandato de Mosley na FIA
Max pode ser reeleito pela quarta vez consecutiva, caso entre na disputa
Bernie Ecclestone e Max Mosley vivem uma relação de amor e ódio nos últimos anos.Os dois, que trabalharam juntos no fim da década de 70, durante a guerra entre FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a FOCA (atual FOM - Formula One Management), chegaram a se estranhar recentemente.O principal motivo da discórdia entre os dois foi a tentativa de ressuscitar a F-2 por parte de Mosley, utilizando a categoria F-Master como base, batendo de frente com a GP2, criada por Ecclestone, em parceria com Flavio Briatore.Bernie também procurou não se envolver no escândalo sexual envolvendo o dirigente em março de 2008, quando imagens do presidente da FIA em uma orgia com cinco prostitutas foi publicada no jornal inglês "News Of The World" _fato que, inclusive, colocou em risco o cargo de Mosley.No entanto, Ecclestone afirmou ao jornal alemão "Auto Bild" que apoiaria um quinto mandato consecutivo do dirigente, que deve decidir no mês de junho se disputará ou não a reeleição."Depende apenas de Max", afirmou Bernie. "Se ele concorrer novamente, vencerá sem dúvidas. Espero que ele fique, pois está fazendo um bom trabalho".
Fonte: Tazio
13 de fevereiro de 2009
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