O GP da Índia de F-1, cuja estreia estava prevista para a temporada 2011, corre cada vez mais riscos de não se concretizar.
A etapa indiana é um antigo sonho de Bernie Ecclestone, que desde o início da atual década decidiu levar a categoria aos mais variados países da Ásia e do Oriente Médio.
No entanto, o Ministério da Juventude e dos Esportes do país vetou o pagamento de uma verba de US$ 36,5 milhões que serviria como apoio para a construção do autódromo, alegando que a F-1 "não é um esporte".
O dinheiro sairia dos cofres do Banco Central da Índia e deveria ter sido depositado em janeiro, mas o Ministério rejeitou o pedido para investir no que considera um "entretenimento" ou apenas uma "iniciativa comercial".
A ideia de uma corrida de F-1 na Índia surgiu ainda na década de 90, mas ganhou forma apenas em 2007, quando um acordo envolvendo a Associação Olímpica Indiana (IOA) garantiu o financiamento de um novo autódromo no país.
No entanto, o IOA não conseguiu encontrar os meios financeiros necessários e teve que se retirar, abrindo caminho para que a organizadora JPSK Sports assumisse a liderança do projeto.
Bernie Ecclestone deve dar ao país um tempo para que seja encontrada uma solução para este impasse, já que o contrato previsto entre a organizadora e a FOM deve render US$ 400 milhões para o dirigente inglês.
Fonte: Tazio
No entanto, o Ministério da Juventude e dos Esportes do país vetou o pagamento de uma verba de US$ 36,5 milhões que serviria como apoio para a construção do autódromo, alegando que a F-1 "não é um esporte".
O dinheiro sairia dos cofres do Banco Central da Índia e deveria ter sido depositado em janeiro, mas o Ministério rejeitou o pedido para investir no que considera um "entretenimento" ou apenas uma "iniciativa comercial".
A ideia de uma corrida de F-1 na Índia surgiu ainda na década de 90, mas ganhou forma apenas em 2007, quando um acordo envolvendo a Associação Olímpica Indiana (IOA) garantiu o financiamento de um novo autódromo no país.
No entanto, o IOA não conseguiu encontrar os meios financeiros necessários e teve que se retirar, abrindo caminho para que a organizadora JPSK Sports assumisse a liderança do projeto.
Bernie Ecclestone deve dar ao país um tempo para que seja encontrada uma solução para este impasse, já que o contrato previsto entre a organizadora e a FOM deve render US$ 400 milhões para o dirigente inglês.
Fonte: Tazio
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