Para quem ainda não conhece esta uma coluna técnica sobre F1. Aqui eu falo em toda semana que há GP sobre os acertos dos carros para a pista, que no caso de hoje é a pista co circuito de Fuji- JP.
A pista de Fuji foi projetada com poucos pontos de ultrapassagem fazendo que os pilotos busquem isso, e deixando o público com um belo espetáculo nas ultrapassagens. Speedaway tem um traçado moderno o que faz com as equipes sacrifiquem ainda mais a lap-time e também a downforce, desenvolvendo assim velocidades superiores para os pilotos ultrapassarem e conseguir manter posições nas retas da pista, isso na parte aerodinâmica dos carros. Os carros vão ser mais baixos do que o normal para a maioria das pistas, e um bom desempenho mecânico é fundamental. O circuito possui apenas dois cantos de média para alta velocidade, o que vai tirar muito o sono de engenheiros e pilotos, mas nada que cause tanto impacto assim.
A Bridgestone empresa a qual fornece os pneus da categoria, fornecerá compostos macios e médios. Os freios terão um descanso maior, e não terão problemas na refrigeração. Os pneus traseiros estão sujeitos a um maior desgaste, pela falta de cantos de alta velocidade e pela alta tração, que pode fazer com que os pilotos tenham dificuldades
Sendo esse circuito de cantos de baixa velocidade, as equipes tendem a levar para pista um conjunto suave de set-up, e aperto mecânico ideal para esse circuito é algo crítico e que tem que funcionar perfeitamente. Outro ponto crítico em termos de chassis é a tração, e carros que tiverem um mau desempenho serão vulneráveis a ultrapassagem nas retas. As equipes deixarão os carros em um nível mais baixo pela boa condição da pista e sem maiores ondulações como vimos na última corrida, e as saídas de curvas não preocupam tanto.
Já os motores, o qual todos amam na F1, não serão tão desgastados nesse circuito a ser não naqueles longos 17 segundos de ‘pé em baixo’ na reta, sendo mais um teste para os motores. As equipes terão também que se preocupar com o torque ideal para motor, proporcionando um bom desempenho na hora que os carros forem para os cantos de baixa velocidade. A ‘Smooth mapping’, será super importante para manter a estabilidade do carro na parte de frenagem e retomada de velocidade. E é claro não vamos esquecer motores que apresentaram problema na última corrida ou os que já estão em sua segunda corrida, devem ser um pouco mais poupados, se é que é possível.
Ficamos por aqui, hoje obtive algumas informações do site F1 technical, o qual eu recomendo.
Até ao GP da China!
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